A relação mais fundamental é aquela que estabeleço com minha própria existência. É a partir dessa conexão íntima e cotidiana — na qual me faço presente diante das minhas emoções e sentimentos — que todas as outras pontes se constroem. As demais conexões são apenas reverberações da primeira, a mais importante: a relação com o meu eu. Sou meu próprio destino: visceral, mutável, sempre em movimento.